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domingo, 12 de junho de 2011

FESTA JUNINA

Depois do carnaval, o evento mais esperado no calendário brasileiro são as festas juninas que animam todo o mês de junho com muita música caipira, além de comidas e bebidas típicas, em homenagem a três santos católicos. As comemorações se iniciam no dia 12, véspera do Dia de Santo Antônio, conhecido como santo casamenteiro, alcançam o dia 24, Dia de São João, que é quando ocorrem as maiores festanças, e terminam no dia 29, Dia de São Pedro, protetor das viúvas e dos pescadores.
Todo o ciclo dessa celebração é caracterizado por um conjunto de práticas proveniente do folclore europeu. A festa junina, a mais importante comemoração de rua, de terreiros e de quintais, tem relação histórica com a festa pagã do solstício de verão no hemisfério norte (e de inverno, no sul). Toda a Europa conheceu a tradição de acender a fogueira e celebrar danças ao redor do fogo, para afastar os espíritos malignos e festejar a proximidade das colheitas. Cristianizada na Idade Média como festa de São João, ela chegou ao Brasil com o nome de "joanina de São João", e logo foi incorporada aos costumes das populações indígenas e afro-brasileiras.
A festa de São João brasileira é típica da região Nordeste, que por sofrer costumeiramente com a aridez da seca agradece anualmente aos santos pelas chuvas caídas na lavoura. E como o período das festas é propício à colheita do milho, as comidas feitas com esses grãos - como canjica, pamonha e mingau – integram a tradição popular. Atualmente, os festejos juninos realizados em determinadas cidades nordestinas tornaram-se conhecidos nacionalmente, principalmente os de Caruaru, em Pernambuco, e Campina Grande, na Paraíba, que disputam o título de Maior São João do Mundo. Além deles também são famosos, entre outros, os de Mossoró, no Rio Grande do Norte, Maceió, em Alagoas, Juazeiro do Norte, no Ceará, e Aracaju, em Sergipe, que ano a ano vêm aumentando sua expressividade dentre as diversas comemorações brasileiras realizadas ao ar livre.
O local onde ocorre a maioria dos festejos é chamado de arraial, geralmente preparado em terreno aberto e decorado com bandeirinhas de papel colorido, balões e palha de coqueiro, montando-se no local certo número de barracas utilizadas exclusivamente durante o evento e destinadas à comercialização de alguns produtos. Além do forró (gênero musical executado durante a festa), da comida típica e da bebida conhecida como quentão (aguardente de cana fervida com gengibre) a festa ainda apresenta, além da tradicional fogueira, os leilões e os bingos, algumas celebrações folclóricas, como o casamento caipira, a quadrilha e o mastro de São João.
A encenação do casamento caipira é simples: a noiva quase sempre está grávida, e por isso seus pais obrigam o noivo a desposá-la, mas este se recusa. Por isso é necessária a intervenção da polícia, que prende o recalcitrante, permitindo assim que a cerimônia casamenteira seja realizada com o padre fazendo a parte religiosa, o juiz promovendo o casamento civil, e o delegado e seus soldados garantindo que tudo aconteça de conformidade com a lei. Depois, então, é chegada a vez da quadrilha, coreografia cujo nome foi herdado de uma dança de salão francesa denominada quadrille, para quatro pares, que por sua vez correspondia a uma evolução da contradanse, apreciada pelos meios aristocráticos franceses do século 18 e desenvolvida a partir dos movimentos ritmados de outra dança inglesa campesina, originária, presumidamente, de meados do século 13.
A quadrilha se popularizou no Brasil por volta do século 19, adotada inicialmente pela elite urbana e arraigando-se posteriormente no meio rural (o que explica o vestuário caipira usado pelos dançarinos), tornando-se uma dança própria dos festejos juninos, especialmente no Nordeste do país. Ao se fundir com as danças brasileiras já existentes, ela sofreu algumas alterações, como o aumento do número de pares e o abandono de passos e ritmos franceses, mas mantendo a presença de um mestre marcador, que é quem determina as figurações que os participantes devem desenvolver. Alguns desses comandos são feitos com palavras de origem francesa, mas aportuguesadas, como, por exemplo:
Anavantur (en avant, tout) - os cavalheiros tomam as damas e andam de mãos dadas até o centro do salão, encontrando-se com a fila da frente.
Anarriê (en arriére) – os pares, ainda de mãos dadas, voltam em marcha-ré até o ponto em que estavam e se separam, ficando os cavalheiros diante das damas.
Travessê de cavalheiros (travesser) – as damas ficam paradas e os cavalheiros atravessam o salão e param diante das damas dos outros pares, cujos parceiros também fazem o mesmo. Os dançarinos, ao se encontrarem com as damas dos pares da frente, dão-se os braços, fazem duas meias-voltas, retornando depois aos seus lugares.
Balance com o par – seguem somente os cavalheiros, e ao se encontrarem com as damas vão entrelaçando seu braço direito no braço direito delas, dão duas voltinhas e retornam a seus lugares, ficando de frente para o par.
Já o uso de balões e fogos de artifício tem relação com o tradicional uso da fogueira e seus efeitos visuais, mas os primeiros constituem atualmente uma prática proibida por lei, devido ao risco de incêndio. Quanto ao mastro de São João, erguido durante as festas juninas para celebrar os três santos, ele é uma imitação da árvore de maio, antiga tradição européia. Na Alemanha, por exemplo, sua montagem é feita até hoje, homenageando as profissões e integrando os grupos de dança presentes no evento. Na Hungria, os rapazes enfeitam um poste bem alto com fitas e arranjo de flores no topo, na frente da casa da amada. Depois de alguns dias há uma dança em volta daquela árvore de maio, quando então ela é desmontada. No Brasil, o mastro de São João tem três bandeirinhas amarradas no topo, simbolizando os santos, e o fato de também se prenderem nele espigas de milho e laranjas, parece ser um vestígio de práticas pagãs similares.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

O CIENB EM LUTO!

Hoje  faleceu a professora  Ana Tereza de Brito, mãe de Jéssica que também trabalha nesta instituição. Toda a   comunidade  da nossa escola  está muito triste, pois mais uma pessoa que contribuiu com o seu trabalho para o nosso engrandecimento  não está mais entre nós.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

CIENB - Um Farol nas Sombras: Finalmente o livro de Ivone vai ser lançado.

Finalmente, professores e Direção do Centro Integrado de Educação Navarro de Brito, conseguem lançar o livro CIENB- Um Farol nas Sombras, de autoria da professora Ivone Alves Rocha, escrito desde de 2006 e entregue a então diretora Selma Maria Ribeiro Mendes que tentou fazer a publicação. Com sua saída da direção passou a responsabilidade ao recém empossado diretor Marlucio da Silva Gomes que também buscou parcerias em diversos orgãos sem sucesso. Só em 2009 um grupo de professores sensibilizados com essa situação resolveu dar início a várias atividades para conseguir recursos para a publicação. Assim, foi lançado o projeto de conpra antecipada do livro, onde cerca de 45 professores abraçou o projeto e efetivou a compra. Outra atividade foi a realização de um brechot, durante o Projeto Oficinas Educativas da Área de Ciencias Humanas e suas Tecnologias e por fim o recurso de faltava foi disponibilizado pela Direc 20 em conversa com a atual Diretora Nayara Vasconcelos.




A ansiedade tomou conta dos professores, pois é grande a curiosidade sobre a memoria de uma professora sobre uma instituição de educação que contribuiu para o desenvolvimento da sociedade conquistense.



Estamos todos felizes pelo empenho dos professores e direção e convidamos toda a comunidade conquistense para o lançamento do livro CIENB - Um Farol nas Sombras, a realizar-se às dezessete horas do dia 17 de dezembro de 2010, no Centro de Cultura Camilo de Jesus Lima.

CIENB - Um Farol nas Sombras: Finalmente o livro de Ivone vai ser lançado.

Finalmente, professores e Direção do Centro Integrado de Educação Navarro de Brito, conseguem lançar o livro CIENB- Um Farol nas Sombras, de autoria da professora Ivone Alves Rocha, escrito desde de 2006 e entregue a então diretora Selma Maria Ribeiro Mendes que tentou fazer a publicação. Com sua saída da direção passou a responsabilidade ao recém empossado diretor Marlucio da Silva Gomes que também buscou parcerias em diversos orgãos sem sucesso. Só em 2009 um grupo de professores sensibilizados com essa situação resolveu dar início a várias atividades para conseguir recursos para a publicação. Assim, foi lançado o projeto de conpra antecipada do livro, onde cerca de 45 professores abraçou o projeto e efetivou a compra. Outra atividade foi a realização de um brechot, durante o Projeto Oficinas Educativas da Área de Ciencias Humanas e suas Tecnologias e por fim o recurso de faltava foi disponibilizado pela Direc 20 em conversa com a atual Diretora Nayara Vasconcelos.
A ansiedade tomou conta dos professores, pois é grande a curiosidade sobre a memoria de uma professora sobre uma instituição de educação que contribuiu para o desenvolvimento da sociedade conquistense.
Estamos todos felizes pelo empenho dos professores e direção e convidamos toda a comunidade conquistense para o lançamento do  livro CIENB - Um Farol nas Sombras, a realizar-se às dezessete horas do dia 17 de dezembro de 2010, no Centro de Cultura Camilo de Jesus Lima.